Caros leitores do Masquerade,

Que fique claro que o blog não faz apologia à violência, às drogas, às bebidas e nem à prostituição, mas se você quiser fazer alguma dessas coisas, to dizendo que não foi culpa minha. Leiam, se divirtam e é isso.


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domingo, 2 de março de 2014

Dr. Henry Howard Holmes

Caros leitores nerd's e virgens,
Faz um tempo já que não falamos sobre coisas medonhas, sobrenaturais ou bizarras. Hoje vamos falar sobre este serial killer que chamou a minha atenção. Pra quem gosta de ler e ver documentários, está em negrito coisas que vocês podem procurar para entender melhor sobre esse carinha daora. 
Boa leitura.



Herman Webster Mudgett (16 de maio de 1861 — 7 de maio de 1896), mais conhecido como Dr. Henry Howard Holmes foi um serial killer norte-americano. Nascido em Gilmanton, New Hampshire, Filho de Levi Horton Mudgett e Theodate Page Price, ambos os quais eram descendentes dos primeiros colonos europeus na área. De acordo com o Most Evil 2007 sobre Holmes, seu pai era um alcoólatra violento e sua mãe era metodista. Ele alegou que, quando criança, os colegas o forçaram a ver e tocar um esqueleto humano depois de descobrirem seu medo do médico local. Os bullies inicialmente o levaram lá para assustá-lo, mas Erik Larson especula que ao invés disso ele ficou totalmente fascinado, e logo se tornou obcecado com a morte. Holmes abriu um hotel em Chicago para a Feira Mundial de 1893. 
Apesar de ter confessado a morte de 27 pessoas, das quais quatro foram confirmadas, a sua real contagem de cadáveres passa de cem. O caso foi notório em sua época, e recebeu publicidade através de uma série de artigos do jornal William Randolph Hearst. Interessado nos crimes de Holmes, foi revivido em 2003 por Erik Larson em The Devil in the White City, um best-seller de não-ficção, que conta a história da Feira Anual e de Holmes. 
Em 2004, o cineasta John Borowski realizou o primeiro documentário a filmar a vida inteira do médico torturador, intitulado H. H. Holmes: America's First Serial Killer (H. H. Holmes: O Primeiro Assassino em Série da América) e um livro intitulado The Strange Case of Dr. H.H. Holmes (O Estranho Caso do Dr. H.H. Holmes), que contém a própria versão de Holmes, assim como outros materiais que datam da época do caso. 
Morbidamente, mantinha no porão de seu hotel um calabouço da morte', em que atraía as suas vítimas, anestesiando-as logo em seguida. Depois de abusar sexualmente de suas vítimas mulheres, matava-as, retirando a carne dos ossos e vendendo-os às faculdades de medicina.
A ele, a série Sobrenatural (Supernatural) dedicou o episódio 6 da segunda temporada, onde mulheres loiras eram mortas em um prédio.
Fonte: X

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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Os sete pecados capitais

Caros leitores nerd's e virgens, 
Estava checando meus e-mail's e me deparei com um de coisas que provavelmente sabemos, mas que com o tempo esquecemos... 
Os Sete Pecados Capitais 
(Eles só foram enumerados no século VI, pelo papa São Gregório Magno (540-604), tomando como referência as cartas de São Paulo)
. Gula
. Avareza
. Soberba
. Luxúria
. Preguiça
. Ira
. Inveja

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O homem que sobreviveu à 18 tentativas de injeção letal

Condenado escapa da pena de morte após 18 tentativas com injeção letal Romell Broom foi condenado por estupro e assassinato em 1984. 
Foram 18 tantativas de injetar o coquetel da morte, sem sucesso.

Uma partida de futebol americano que jamais será esquecida. Era 18 de setembro de 1984: um jogo do time da escola Shaw, na cidade americana de Cleveland. Naquele dia, as arquibancadas estavam lotadas. Depois da partida, três adolescentes que assistiam ao jogo caminhavam juntas para casa quando foram abordadas por um homem. Uma delas foi colocada à força dentro do carro, estuprada e assassinada com sete facadas no pescoço. 
Após 25 anos, em 15 de setembro, o prisioneiro de olhar distante acordou pensando que seria o último dia de sua vida. Na véspera, uma carta avisou que seu pedido de clemência tinha sido negado pelo governador do estado de Ohio. E Romell Broom foi trazido para a câmara de execução. O relatório obtido pelo Fantástico registra tudo o que ele fez nos momentos que supostamente antecederiam a execução. Almoçou frango com batatas. Viu televisão. Recusou a visita de um religioso. Pediu para ligar para os advogados, perguntou sobre a possibilidade de novos recursos. Mas perdeu a esperança. Pouco antes das 14h, o prisioneiro deu 17 passos até a sala de execução e se deitou na cama. As principais armas da acusação contra Romell Broom foram os depoimentos das duas testemunhas que estavam com a adolescente estuprada e morta em 1984. Naquela época não existia teste de DNA e a defesa questiona até hoje a validade do processo. Broom se declara inocente. Naquele que seria seu último telefonema, ele disse a um irmão que já estava cansado depois de tantos anos na cadeia e que o melhor que poderia acontecer em sua vida é que ela acabasse o mais rapidamente possível. Mas o inesperado aconteceu. 
Às 14h01, os funcionários da penitenciária fazem a primeira tentativa de injetar o coquetel da morte. Ao ver a dificuldade dos funcionários para encontrar uma veia, o prisioneiro ajuda, oferece o outro braço. Mas depois de várias tentativas, às 14h30, os funcionários param. O prisioneiro sua frio, pede um copo d'água. O relatório registra a indecisão dos funcionários ao tentar injetar a agulha também nas pernas. E novamente no braço. O prisioneiro se desespera. Pelo vidro, as testemunhas percebem que algo está errado. São feitas novas tentativas, ao todo 18 perfurações, e os funcionários já não sabem como injetar o coquetel da morte. Às 16h24, chega a notícia: o governador mandou adiar a execução.
Tortura 
Na cidade onde aconteceu o crime, a população se divide entre aqueles que exigem rigor e pressa no cumprimento da pena de morte e os que acreditam que uma nova tentativa de execução seria punição abusiva e cruel, mesmo se tratando de um homem acusado de estupro e assassinato. É uma questão intrigante, que esbarra na Constituição dos Estados Unidos. Recentemente, por sete votos a dois, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que a injeção letal é uma forma humana de se matar um criminoso. 
Na entrevista ao Fantástico, a advogada de defesa disse que o que aconteceu na câmara de execução foi tortura: "Entendo que houve uma violação da Constituição. A pena de morte deve ser executada de forma rápida e indolor. Claramente não foi isso o que aconteceu. A execução acabou se transformando em uma sessão de tortura", disse Adele Shank. Foi a segunda vez na história recente dos Estados Unidos que um condenado escapou da pena de morte. Em 1946, um assassino de 17 anos resistiu a um choque de 2,5 mil volts na cadeira elétrica. E só foi morto um ano depois. A repercussão do caso Broom levou o estado de Ohio a adiar duas execuções marcadas para este ano. No fim de novembro, o problema vai para Suprema Corte dos Estados Unidos. 
Especialistas dizem que se o estado foi incompetente na tentativa de executar uma pena de morte, não é culpa do condenado. Por enquanto ninguém sabe o que fazer com o homem que resistiu à pena de morte. Julie Walburn, a porta-voz do sistema penitenciário, disse que estão sendo analisadas formas alternativas de se injetar o coquetel e não descartou nenhuma possibilidade: "Todas as opções estão sobre a mesa", disse. Enquanto isso, com o mandado de execução expirado, o homem acusado de estuprar e matar uma adolescente depois de um jogo de futebol americano pode ter a pena modificada e enfrentar a prisão perpétua. Talvez volte à câmara de execução. Mas se os advogados conseguirem uma grande jogada, pode ser até libertado. 
Fonte: X

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Uma recomendação

Caros leitores nerd's e virgens,
Criminal minds é a melhor série policial que você poderá assistir em sua vida.
A mente criminosa é algo MUITO interessante e você pode conhecer muito sobre isso nessa série.
Aqui um trecho tirado do wikipédia que explica um pouco sobre a série:



Criminal Minds ('''Mentes Criminosas''' (título em Portugal) ou '''Criminal Minds''' (título no Brasil)) é uma série de televisão dramática e policial americanasobre a Unidade de Análise Comportamental, uma esquadra de elite do FBI, com sede em Quantico, Virgínia. A equipe analisa as mentes criminosas do país e antecipa seus próximos movimentos antes de eles golpearem outra vez. Neste quesito, a série difere-se de outros dramas policias por focar mais o comportamento criminal do suspeito do que pelo crime em si. A série é produzida pela The Mark Gordon Company em associação com a rede de televisão CBS e os Estúdios ABC. O título original de Criminal Minds era Quantico, e o episódio Piloto fora filmado em Vancouver. No roteiro de Quantico, Jason Gideon chamava-se Jason Donovan.Foi exibida a 1ª temporada em Janeiro ás 17:30 substituindo o Brasil Noticias.Terminou a exibição de seus 126 capítulos,agora a TVC BRASIL irá reprisá-la a partir do dia 15 de Maio (DOMINGO) ás 10:00 da manhã,dentro da Sessão de Séries. Em 20 de maio de 2009, a rede CBS renovou oficialmente Criminal Minds para um quinta temporada, cuja estreia foi em 23 de setembro de 2009 ás 21h00.
Assistam!
Boa diversão... 
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terça-feira, 28 de junho de 2011

Beijo de desconhecida evita que jovem chinês cometa suicídio

Caros leitores nerd's e virgens,
Ownt... Finalmente algo bom vindo da china.
Leiam:
Os moradores da cidade de Shenzhen, na China, viram um ato heróico e muito bonito no último dia 20. A chinesa Liu Wenxiu, de 19 anos, conseguiu salvar um menino de 16 anos, que queria se jogar de uma passarela, com um beijo na boca. Liu estava passando pelo local quando se deparou com o drama do adolescente, que estava pendurado na passarela com uma faca na mão. Ela conseguiu se aproximar dizendo à polícia que era namorada dele e a razão pela qual ele queria se matar.

De acordo com a imprensa local, o menino perdeu a mãe quando criança e a madrasta não o tratava bem. Além disso, a mulher havia fugido com todo o dinheiro do pai, deixando os dois em uma situação complicada. Liu começou a conversar com o menino e mostrou a ele as cicatrizes de sua tentativa de suicídio. “A única maneira de salvar o garoto era com o amor”, disse.

Durante a conversa, a chinesa beijou o menino e a polícia se aproximou para fazer o resgate. Após o episódio, o menino foi levado para a delegacia e só explicou o ocorrido na presença da falsa namorada.


Fonte: X

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Homem bate na mulher com um poodle.

Caros leitores nerd's e virgens,
Eu resolvi postar alguma coisa hoje, porque senti falta de vocês... E porque eu não tenho o que fazer hoje.
Vocês devem estar se perguntando... "Ela não está mais trabalhando?" Mas não, meus queridos... Eu estou só que estou doente... Então... Nesse caso, posso postar algo pra vocês...

Eu estava por ai na net e me deparei com isso.


A Delegacia da Mulher de Caxias do Sul investiga o caso em que uma jovem de 22 anos foi agredida com um cachorro pelo marido de 45 anos. O cão morreu ao ser usado para as agressões.

Segundo a delegada Thais Norah Sartori Postiglione, a mulher relatou que o marido usou um cachorro da raça Poodle, de que pesa mais de dois quilos, para agredi-la, batendo em sua cabeça com o animal na noite de terça-feira (21).

“Ela me contou rapidamente que o marido matou o cachorro dando pauladas na cabeça dela. É uma Poodle de quase dois quilos. Ele deu duas batidas na cabeça dela e daí o cachorro morreu durante a agressão, disse a delegada ao G1.

Segundo a delegada, a mulher está passando por exames de corpo de delito e irá prestar um depoimento. A vítima também apresenta outras agressões e hematomas nas pernas.

A polícia ainda não sabe o que motivou as agressões. O homem não foi preso em flagrante.
ESSE FILHO DA PUTA TEM QUE MORREEEEEEEEEEER! 
FILHO DA PUTA... BATE NA MULHER COM OUTRA COISA! 
PORQUE UM CACHORRO? 
Sério cara, o que tu tem na cabeça pra bater na mulher com um cachorro... Usa uma pedra, um pedaço de pau, a mão, uma cadeira, um livro... É tudo mais eficiente, dói mais e talz... Mas... UM CACHORRO? 
Sério, visitantes... Eu desisto! 
Agora eu entendo quando eu lia por ai: "Para o mundo que eu quero descer." 


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Se você bate na sua mulher com um cachorro, você perdeu o meu respeito.
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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Bombeiro é condenado por matar mulher grávida.

Caros leitores nerd's e virgens,
Hoje em dia nem a porra da segurança é segura. Não confie em qualquer um. É a triste realidade, mas as pessoas mudam, a vida muda, tudo muda... Hoje em dia você cumprimenta alguém e conta os dedos para ver se todos estão de volta. =/

Bombeiro: Carlos Rodrigues foi acusado de três crimes, homicídio qualificado, ocultação de cadáver e aborto provocado

O sargento-bombeiro Carlos Rodrigues dos Santos, de 47 anos, foi condenado no início da madrugada de hoje, por cinco votos a dois, a 18 anos e seis meses de prisão, pelo assassinato da ex-companheira, Maria de Fátima Dias Marques, 45.
O corpo da vítima foi encontrado em 1º de junho de 2004, boiando no Rio Paraíba do Sul. O julgamento, que durou 13 horas, foi presidido pelo juiz da 1ª Vara Criminal de Volta Redonda, Ludovico Couto Colacino. O réu participou de todos os trâmites do processo em liberdade. O militar negou as acusações feitas contra ele, mas, ao ser interrogado, confirmou que em 28 de maio de 2004, telefonou para Maria de Fátima e marcou um encontro entre eles, próximo ao antigo Fórum do bairro Voldac.
Segundo ele, estava separado há dois anos da vítima e morando com uma outra companheira. - Porém, nesse período, mantinha um relacionamento extraconjugal com Maria de Fátima. Marquei o encontro para falar sobre a gravidez dela e não outro tipo de relação - disse o réu. - Acontece que esperei por ela próximo a um restaurante na Voldac, e Maria de Fátima deve ter passado por outro caminho. Por isso, acabamos nos desencontrando. Sabia que o filho que ela estava esperando era meu - respondeu, quando foi indagado pelo juiz.
O crime teve comoção social à época, fazendo com que o Tribunal do Júri de Volta Redonda recebesse um grande público. Muitos eram parentes e amigos da vítima, ou do réu, e estagiários de direito. Fátima era secretária do juiz da 2ª Vara Criminal, Antônio Carlos Bittencourt. Uma das testemunhas foi Juliana Marques, de 30 anos, que confirmou que em 28 de maio de 2004 a mãe saiu de casa no bairro Jardim Paraíba, dizendo que ia se encontrar com Carlos Rodrigues.
Ela contou que ficou aliviada com a condenação do bombeiro. Para ela, a justiça foi feita. - Nesse dia, minha mãe saiu de casa e nunca mais voltou - desabafou Juliana. Os jurados foram informados que o laudo de necropsia feito na ocasião atestou que Maria de Fátima foi asfixiada antes de ser jogada no rio. O bombeiro foi acusado de homicídio culposo, ocultação de cadáver e aborto provocado.
O Ministério Público foi representado pela promotora Flávia Meschick de Carvalho, que teve como assistente de acusação o defensor público Adilson Kloh Júnior. O advogado do réu, Robson Gomes Carrilho, disse que vai recorrer da sentença. O advogado Silvio Luiz Cunha, amigo da vítima, disse que não tinha dúvidas da condenação do réu. Segundo ele, o depoimento do bombeiro foi baseado em mentiras e contradições

Fonte: X

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

12 futuros assassinados terá continuação?

Será real, ou fake? 
De qualquer modo, nunca é demais prevenir.
Divulguem, mas não se esqueçam de deixar claro que pode ser fake.


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12 Futuros Assassinados - Carta


Carta deixada por Wellington Menezes, assassino de 12 crianças.



Leia também:
>> 12 futuros assassinados [5]
>> 12 futuros assassinados [4]
>> 12 Futuros assassinados [3]
>> 12 Futuros assassinados [2]
>> 12 Futuros assassinados.

12 futuros assassinados [4]

Caros leitores, como vocês perceberam, estou trazendo pra vocês todas as novidades sobre o caso que aconteceu ontem de manhã, onde Wellington Menezes matou 12 crianças de um colégio, onde estudou anteriormente.
Mais novidades aqui:
 Polícia tenta concluir perfil de atirador que matou 12 no Rio.


O perfil de Wellington Menezes de Oliveira, 23 --que ontem atirou e causou a morte de 12 alunos no Rio-- ainda é desconhecido para as autoridades. As investigações sobre o jovem devem ser intensificadas nesta sexta-feira. Parentes, amigos e vizinhos de Oliveira prestarão depoimentos, além de funcionários e estudantes da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo (zona oeste), onde ocorreu o crime.
Morreram dez meninas e dois meninos. Outras 12 pessoas ficaram feridas. O atirador, baleado pela polícia, e cometeu suicídio.
Os corpos de ao menos oito vítimas serão enterrados hoje. Por determinação da presidenta Dilma Rousseff, os ministros da Justiça, José Eduardo Cardozo, e da Educação, Fernando Haddad, além da ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário, devem comparecer às cerimônias.
Investigações preliminares indicam que Oliveira apresentava um comportamento estranho nos últimos meses, desde que a mãe adotiva morreu, no ano passado. O pai já havia morrido. De acordo com os relatos, o atirador era introvertido e gostava de passar longas horas em frente ao computador, navegando na internet.
Filho de mãe com problemas mentais que tentou o suicídio, Oliveira era o caçula de cinco filhos e foi adotado ainda criança. Tímido e retraído, segundo vizinhos, ele fazia poucas referências sobre a vida pessoal. Um dos relatos de conhecidos aponta que Oliveira mudou a aparência nos últimos meses, passando a usar basicamente roupas pretas.
Em uma carta deixada por Oliveira, o atirador demonstra ter premeditado o crime, pois faz recomendações sobre como quer ser enterrado e o que deve ser feito com uma casa que deixou em Sepetiba, na zona oeste do Rio. Também pede perdão a Deus pelo ato que cometeu, dando a entender que havia planejado detalhes da ação.
Na quinta (7), após o massacre na escola, policiais encontraram a casa de Oliveira, em Sepetiba, revirada, com o computador e eletrodomésticos queimados. Para alguns policiais, o próprio atirador destruiu possíveis provas ou indícios que pudessem colaborar nas investigações.


ENTERROS

Segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social, Larissa Silva Martins e Mariana Rocha de Souza serão as primeiras a serem enterradas, no cemitério do Murundu, às 11h. Também serão enterrados hoje Bianca Rocha, no cemitério do Murundu, às 14h, e Géssica Guedes Pereira, no cemitério Ricardo de Albuquerque, às 15h.
Também serão enterrados hoje Larissa Santos Atanásio, Karine Lorrayne Chagas de Oliveira, Rafael Pereira da Silva e Luiza Paula da Silveira, mas os horários ainda não estão disponíveis


TIROS

A tragédia ocorreu por volta das 8h30 de ontem, quando Oliveira entrou na escola municipal, onde cursou o ensino fundamental, e disse que buscaria seu histórico escolar. Depois, disse que daria uma palestra e, já em uma sala de aula, começa a atirar na direção dos alunos.
Relatos de sobreviventes afirmam que ele mirava na direção nas meninas. Uma das alunas contou aos policiais que, ao ouvir apelos para não atirar, Oliveira mirava na direção delas, tendo como alvo a cabeça.
Os policiais informaram ainda que pelas análises preliminares há indicações de que Oliveira treinou para executar o crime.
Durante o tiroteio, um garoto, ferido, conseguiu escapar e avisar a Polícia Militar. O policial militar Márcio Alexandre Alves relatou que o rapaz chegou a apontar a arma para ele quando estava na escada que dá acesso ao terceiro andar do prédio, onde alunos estavam trancados em salas de aula. O policial disse ter atirado no criminoso e pedido que ele largasse a arma. Em seguida, Oliveira caiu no chão e se matou com um tiro na cabeça.
A motivação do crime será investigada. De acordo com a polícia, o atirador usou dois revólveres e tinha muita munição. Além de colete a prova de balas, usava cinturão com armamento. Em carta, o criminoso fala em "perdão de Deus" e diz que quer ser enterrado ao lado de sua mãe.
A escola atende estudantes com idades entre 9 a 14 anos --da 4ª a 9ª série, segundo a Secretaria Municipal da Educação. São 999 alunos, sendo 400 no período da manhã.
Fonte: X
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(E boa madrugada para você, meu caro amigo nerd virgem. o/)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

12 futuros assassinados [3]

"A professora mandou a gente se abaixar, foi quando minha amiga olhou pra mim e disse “to com medo” e quando ela virou pra frente, ele deu um tiro no meio da testa dela ” - Menina de 11 anos.

Leia também:
>> 12 futuros assassinados [5]
>> 12 futuros assassinados [4]
>> 12 Futuros assassinados [3]
>> 12 Futuros assassinados [2]
>> 12 Futuros assassinados.

12 futuros assassinados [2]

Mais sobre a notícia de hoje de manhã.


O atirador Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, mandava as crianças virarem para a parede antes de matá-las, disse a estudante Jade Ramos Araújo, 12 anos, que estava na escola na hora do ataque.
“Ele gritava para as crianças: ‘Vira para a parede que vou te matar!’ As crianças gritavam, implorando: não me mata, não, moço!”, contou a menina, completando que ele mandava alguns estudantes se ajoelharem antes de disparar. “Vou te matar, não adianta correr”, afirmava Wellington.
De acordo com Jade, muitas crianças ficaram em estado de choque, sem ação, e outras desmaiaram diante da situação de pânico. 
“Muita gente entrou em choque, desmaiou na escada, e aí que ele matou mesmo. Desmaiaram muitas pessoas. Ele atirava nos pés de outros, e as crianças passavam a pedir: ‘Me ajuda, me ajuda, não me deixe morrer”, disse a menina.
A menina disse que, por medo, evitou olhar para o atirador. Nos corredores da escola municipal, uma cena que nunca vai esquecer. “Parecia uma cachoeira de sangue, com sangue escorrendo feito água”, disse. “Tinha muita gente morta na escada, mais meninas que meninos”.
Nos primeiros minutos do ataque, a professora da menina chegou a cogitar que os barulhos fossem explosões de bexiga. Porém logo duas meninas entraram na sala e avisaram do que se tratava. A turma então subiu para o terceiro andar, tentando fugir. No novo abrigo, a professora “trancou a porta com cadeira, mesa, armário, tudo o que tinha”.
Enquanto ouvia tiros, Jade ficou “abaixada, encolhidinha”. “Eu estava com medo de morrer e, para me tranquilizar, fiquei desenhando na minha mão. Desenhei uma casa, que era onde eu queria estar, para me tranquilizar”, disse a menina.
Fonte: Tumblr




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>> 12 Futuros assassinados.

12 futuros assassinados

Caros amiguinhos... Hoje estou muito puta. É essa a noticia que está correndo pelo tumblr hoje. Muitos estão chocados... Eu estou irritada e com vergonha de ter nascido nesse planeta ridículo.
Resumo: Retardado entra na escola, atira em crianças e pretendia se matar depois. é. Leiam...


O secretário estadual de Saúde do Rio Sérgio Cortêz confirmou no final da manhã desta quinta-feira (7) as mortes de 11 estudantes no ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste, do Rio. Segundo a pasta, morreram dez meninas e um menino.


Os estudantes teriam entre 12 e 14 anos. Mais cedo, policiais militares e oficiais do Corpo de Bombeiros, informaram que 12 crianças haviam morrido. O atirador,  identificado como Wellington Menezes de Oliveira, 24 anos, foi cercado e se matou com um tiro na cabeça. Ele não chegou a ser socorrido. (se tivessem socorrido eu matava um.)

Ele invadiu uma das salas de aula do primeiro andar atirando. De acordo com Sérgio Côrtes, as crianças foram atingidas no tórax, abdômen e cabeça, áreas consideras vitais, o que indica que o atirador tinha intenção de matar. "Eu não esperava na minha vida um momento como esse. Médicos que não estavam de plantão vieram e estão no centro cirúrgico. As vítimas foram levadas para os hospitais estaduais Albert Schweitzer e Adão Pereira Nunes, Universitário Pedro Ernesto, Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia e Hospital da Polícia Militar.
A secretaria informou que 13 estudantes ficaram feridos - dez meninas e três meninos, dos quais quatro estão em estado considerado grave. Wellington Menezes era ex-aluno da escola, onde estudou por mais de 4 anos. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, cerca de mil alunos estudam na escola, dos quais 400 no turno da manhã, do 4º ao 9º ano, com idades que variam entre nove e 14 anos.
  
De acordo com o comandante do 14º Batalhão da PM de Bangu, coronel Djalma Beltrame, Wellington teria procurado a secretaria para pedir seu histórico escolar. Pouco depois, teria sacado uma pistola de uma sacola e começado os disparos. O militar explicou que policiais participavam de uma operação de fiscalização de vans ilegais quando um aluno ferido conseguiu alertar a equipe. "Se os policiais não chegassem tão rápido, a tragédia teria sido ainda maior porque ele tinha muita munição e carregava duas armas", declarou.

O 3º sargento Alves, da PM, foi o primeiro a chegar ao local quando Wellington já se dirigia para o terceiro andar da escola.  O militar disparou dois tiros nas pernas do suspeito, que encurralado, atirou contra a própria cabeça e morreu.

A PM informou ainda que Wellington teria deixado uma carta anunciando que pretendia se suicidar. Na carta, ele confessa ser portador do vírus HIV e dá clara demonstração de fanatismo religioso. O atirador ainda escreveu que "via impureza nas crianças".

Centenas de pessoas se aglomeraram na porta da escola, aguardando notícias. Policiais isolaram a área. Os demais alunos e funcionários foram retirados da escola. O corpo do atirador foi retirado do local no início da tarde e levado para o Iinstituto Médico Legal do Rio.

Pais de alunos e vizinhos da escola buscavam informações diante da escola, em meio  a cenas de desespero. Elúzia, uma moradora do bairro que tem casa diante da escola, afirmou à AFP que seu filho de 10 anos conseguiu escapar do ataque. "Ele olhou pela janela ao ouvir os tiros e, mesmo sem ter visto nada, começou a correr até a porta e graças a Deus está bem", disse. "Vi muitas pessoas correndo, baleadas, foi horrível", acrescentou. "Este bairro é muito tranquilo, nunca imaginei que algo assim aconteceria".

Elizer, funcionário dos Correios que vive na região, afirmou que alunos feridos bateram em sua porta. "Duas crianças correram para minha casa, estavam atirando em todas as direções. Minha filha e meus dois sobrinhos estavam lá. Mas estão bem", completou à AFP.

De acordo com o prefeito do Rio Eduardo Paes, a escola permanecerá fechada hoje e amanhã e as famílias das vítimas receberão todo o apoio da Prefeitura. 
Fonte: X

Agora me digam: que tipo de apoio a prefeitura vai dar para essas famílias? Enfim... 
Que pensava esse filho da puta para fazer isso? Tirar a vida de crianças inocentes. Acabar com o futuro de 12 crianças. E depois se matar... Esse cara merecia ter sofrido bem mais antes de morrer. 
Tomara que queime no inferno. <3

Por favor queridos leitores, SEJAM INTELIGENTES e NUNCA façam uma MERDA assim. =)

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Leia também:
>> 12 futuros assassinados [5]
>> 12 futuros assassinados [4]
>> 12 Futuros assassinados [3]
>> 12 Futuros assassinados [2]
>> 12 Futuros assassinados.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Instinto assassino

Caros amiguinhos nerd's e virgens,
Mary Flora Bell (Inglaterra, 26 de maio de 1957) foi a mais jovem homicida da História.

Ela foi condenada por asfixiar Martin Brown de três anos de idade em 25 de maio de 1968 e joga-lo do segundo andar de uma casa abandonada um dia antes de seu 11º aniversário. Matou ajudada pela amiga Norma Bell, que não era sua parenta. Dois meses depois matou Brian Howe de quatro anos de idade em um local perto de uma linha de trem onde outras crianças costumavam brincar em meio a carros abandonados, a menina após estrangular e perfurar as coxas e genitais do menino, perfurou a letra "M" em sua barriga. Ela também foi acusada de tentar estrangular quatro outras meninas. Foi responsável pela vandalização da enfermaria escolar e de escrever ameaças nas paredes. Considerada culpada de homicídio involuntário em 17 de dezembro de 1968, mm seu diagnóstico, psiquiatras descreveram sintomas clássicos da psicopatologia.




Tenha um bom dia, boa tarde ou boa noite.
(Pois é o/)
Beijos para os meus fãs. ;*

sábado, 25 de dezembro de 2010

Tortura.

Caros amiguinhos nerd's e virgens,
Eu peguei essa matéria na íntegra no site do Isso é Bizarro. É a matéria mais cruel e maligna que eu já vi no mundo. É por causa dessa matéria que eu morro de medo de ser sequestrada. EEEENFIM... Ai vai. <3

“O homem é lobo do próprio homem”
Ainda no século XVII, Thomas Hobbes foi o autor da frase acima. Já era sabido: O homem é o pior inimigo que ele mesmo poderia ter. Sem dúvida alguma, as maiores atrocidades, crueldades e atividades malignas até hoje, foram feitas pelo homem.
Nesse post, você conhecerá o caso de Junko Furuta. Se trata de um dos casos mais brutais e chocantes da história – cometida por menores de idade.
Em novembro de 1988, uma colegial chamada Junko Furuta foi seqüestrada por quatro rapazes e mantida em cativeiro por 44 dias na casa dos pais de um deles. Para evitar a perseguição, um deles forçou Furuta a ligar para os pais dizendo que havia fugido de casa, mas que estava bem na casa de um amigo. Além disso, também foi obrigada a fingir que era namorada de um dos rapazes. Os pais do rapaz perceberam que era mentira, mas nada podiam fazer já que um dos raptores, membro da yakuza, ameaçou usar suas conexões contra seus familiares. De acordo com as declarações no julgamento, Furuta foi estuprada e espancada diversas vezes.

1º dia: Sequestrada; mantida em cativeiro; obrigada a mostrar-se como namorada de um dos rapazes; estuprada (mais de 400 vezes no total); forçada a ligar para seus pais e dizer que tinha fugido de casa; fome e desnutrição; obrigada a comer baratas e beber a própria urina; forçada a se masturbar; forçada a se despir na frente de outros; queimada com isqueiros; objetos inseridos na vagina/ânus.
11º dia: Espancada inúmeras vezes; face empurrada contra o concreto; mãos amarradas ao teto e corpo utilizado como um saco de pancadas; nariz com tanto sangue que só podia respirar pela boca; halteres jogados contra seu estômago; vomitou quando tentou beber água (o seu estômago não conseguia aceitá-la); tentou fugir e foi punida com queimaduras de cigarro nos braços; líquido inflamável foi derramado em seus pés e pernas, queimando-os; garrafa foi inserida em seu ânus, causando ferimentos.
20º dia: Não conseguia andar direito devido a queimaduras graves nas pernas; espancada com varas de bambu; fogos de artifício foram introduzidos no ânus e acesos; mãos esmagadas por pesos e unhas rachadas; espancada com tacos de golfe; cigarros inseridos na vagina; espancada com barras de ferro; forçada a dormir na varanda, no frio; espetos de grelhar frango inseridos na vagina e no ânus, causando sangramentos.
30º dia: Cera quente espirrada no rosto; pálpebras queimadas por isqueiros; agulhas inseridas nos seios; obrigada a arrancar o mamilo com um alicate; lâmpada quente inserida na vagina; tesoura inserida na vagina, causando hemorragia grave; incapaz de urinar adequadamente; ferimentos tão graves que demorou mais de uma hora para rastejar as escadas até o banheiro; tímpanos seriamente danificados; extrema redução do tamanho do cérebro.
40º dia: Pediu para os torturadores “matá-la e acabar logo com isso”.
01/01/1989: Junko saúda o Ano Novo sozinha e com o corpo mutilado. Não conseguia mover-se.
44º dia: Os quatro rapazes mutilaram seu corpo com uma barra de ferro, usando um jogo de Mah-Jongg como pretexto. Sangrou pela boca e nariz. Queimaram seu rosto e olhos com uma vela. Então, derramaram fluído de isqueiro em suas pernas, braços, rosto e estômago, e depois a queimaram. A tortura final durou duas horas.
Junko Furuta morreu de choque, mais tarde, no mesmo dia, com dor e sozinha. Mas nada podia comparar os 44 dias de sofrimento que passou.
Quando sua mãe ouviu a notícia e os detalhes do que tinha acontecido à sua filha, ela desmaiou. Teve de se submeter a um tratamento psiquiátrico ambulatorial.
Os garotos alegaram não saber o quão machucada Junko estava, pensando que ela estava fingindo. Eles esconderam o corpo em um cilindro de 55 galões cheio de cimento, desfazendo-se dele em Koto, Tóquio. Por fim, os garotos foram presos e tratados como adultos, mas suas identidades foram mantidas em segredo pela Lei japonesa sobre crimes cometidos por menores.

Tenha um bom dia, boa tarde ou boa noite.
(Cuidem-se. E matem qualquer filho da puta com antecedente assim. o/)
Beijos para os meus fãs. ;*

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Não entre.


“Eu acredito que a cadência e a harmonia certa no momento certo podem despertar qualquer sentimento, inclusive o da felicidade nos momentos mais sombrios’’
Essa frase é de um adolescente de 16 anos. Um garoto que amava Radiohead, Mutantes e Vitor Ramil. Foi escrita no dia de seu suicídio. Era parte de sua carta de despedida. Ele dizia aos pais que a música era a melhor maneira de enfrentar o desespero que viria. Antes de começar a morrer, colou a carta no lado externo da porta do banheiro. Acima dela, um cartaz: “Não entre. Concentrações letais de monóxido de carbono”. Vinícius ligou o aparelho de som – “porque é bom morrer com música alegre” – e entrou.
Essa frase escrita na morte se transformou num legado de vida ao ser impressa no encarte do seu CD, lançado pela Allegro Discos em 2007, com 23 músicas de sua autoria. Parte delas foi entregue aos pais na forma de uma herança às avessas: “Deixei na mesa do computador um envelope vermelho da Faber-Castell que contém um CD com algumas de minhas músicas”. Yoñlu, o título do CD, é o nome com o qual batizou a si mesmo no mundo em que circulava com mais desenvoltura: a internet.
Ambos, Vinícius e Yoñlu, morreram por asfixia por volta das 15h30 de uma quarta-feira de inverno, 26 de julho de 2006. Vinícius Gageiro Marques (Yoñlu),  marcou seu suicídio no mundo virtual para as 11 horas de 26 de julho de 2006. No mundo real, Vinícius estava havia dois meses em internação domiciliar por determinação de seu psicanalista. Ele era um garoto superdotado, descrito como “extraordinariamente inteligente” e “extremamente sensível”. Filho único do casamento de um professor universitário que foi secretário de Cultura do Rio Grande do Sul com uma psicanalista, ele teve todo o estímulo para desenvolver inteligência e sensibilidade. Alfabetizou-se em francês quando a mãe fazia doutorado em Paris com a historiadora e psicanalista Elizabeth Roudinesco, biógrafa de Jacques Lacan. Mas o mundo doía em Yoñlu, como mostram as letras de muitas de suas músicas. Sua questão não era morrer, mas fazer a dor parar.
Vinícius criou uma fantasia para enganar os pais: a de um adolescente “normal”. Disse a eles que queria fazer um churrasco para os amigos, que estava interessado numa “guria”, que preferia não ter os pais por perto. Dias antes, pediu ingresso para um show que aconteceria depois de sua morte, iniciou um tratamento de pele, foi ao supermercado comprar a carne. Simulou um futuro onde não pretendia estar.
Vinícius parecia “curado” no mundo real. Na internet, porém, Yoñlu pedia instruções sobre o melhor método de suicídio. Em 23 de junho, comentou que adiaria sua morte porque muita gente estava elogiando suas músicas. A faixa 10 do CD, “Deskjet Remix”, em parceria com um DJ escocês, tocava em festas eletrônicas de Londres. O mundo virtual de Yoñlu alcançava gente de vários países em sites de suicídio e fóruns de música, com quem conversava num inglês desenvolto.
Yoñlu compunha, fazia os arranjos, tocava piano e violão.
"Os fones de ouvido eram o caderno dele. Não levava nada, não ouvia o professor e depois passava por média em tudo."
GENOVEVA GUIDOLIN, orientadora educacional do Colégio Rosário.
Enquanto Vinícius tecia uma fantasia no mundo real e sua mãe arrumava a mesa para o churrasco de ficção. Bem ali perto, o computador anunciava a morte do filho pelo método conhecido como “barbecue”. Por volta de 11h15, os pais saíram do apartamento que ocupa três andares de um prédio da família, num bairro de classe média de Porto Alegre. Por volta das 12 horas Vinícius ligou para o celular da mãe, avisando que os amigos tinham chegado e que estava “tudo bem”. Às 13 horas, os pais deixaram o violão, que estava no conserto, na portaria do prédio. Vinícius foi buscá-lo. Três horas depois, os pais leriam: “Para garantir uma margem segura de tempo, inventei a história do churrasco, pedindo para que vocês saíssem de casa durante todo o dia. (…) Essa medida fez com que o churrasco de hoje parecesse um grande progresso no que tange a minha condição psíquica, quando na verdade era justamente o contrário”.
O que aconteceu depois foi gravado por Yoñlu no computador. Às 14h28, ele postou num grupo de discussão, sempre em inglês: “Estou fazendo esse método CO (suicídio por inalação de monóxido de carbono) neste momento e tenho duas grelhas queimando no banheiro. Aqui está a foto. Alguém pode me dizer se há carvão suficiente e quando eu posso entrar no banheiro e me deitar? Por favor, por favor, me ajudem! Eu não tenho muito tempo”.
Uma canadense avisou a polícia gaúcha que um garoto se suicidava na internet. A foto mostra duas churrasqueiras portáteis com chamas, uma ao lado da outra, num banheiro. Às 14h42, alguém diz: “Como você está se virando? Espero que você consiga o que quer. Talvez você volte daqui a pouco tossindo”. Dois minutos depois, Yoñlu escreve: “Ah, meu Deus. Eu não consigo suportar o calor, está tremendamente quente naquele banheiro. O que eu devo vestir para se tornar mais suportável? Eu tomei uma ducha antes, mas não adiantou nada. O que eu posso fazer? E o que eu devo fazer para desmaiar, por Deus?”.
Um bombeiro aposentado de Chicago, segundo o inquérito policial, orientou Yoñlu a retirar as roupas, encharcar algum pano e se enrolar nele para suportar o calor até o momento de desmaiar. O último post de Yoñlu, de Gay Harbour, como ele chamava causticamente Porto Alegre, foi às 15h02. Muito tempo depois, alguém escreveu: “Acho que funcionou, já que ele não entrou mais em contato”.
Às 15h45, o policial federal Enrico Canali, de Porto Alegre, foi chamado ao telefone porque era fluente em inglês. No outro lado da linha estava o policial Ken Moore, de Toronto, no Canadá. Lindsey, uma universitária canadense, amiga virtual de Yoñlu, procurou a polícia de sua cidade para avisar que alguém no sul do Brasil estava se suicidando. Deu o endereço de Vinícius, obtido com outro amigo virtual. Canali acionou a Polícia Militar.
Os PMs Volmir da Silva Ramos, sargento, e Fernando Hermann Heck, soldado, tentavam conter uma mulher em surto psicótico debaixo de um viaduto quando foram chamados pela central. Eram 16h10. A zeladora do prédio demorou 15 minutos para deixá-los entrar, assustada com a presença da polícia narrando uma história que soava absurda. Chamou o avô de Vinícius, que morava em outro apartamento do mesmo prédio. “Não é possível. Só meu neto está aqui, e ele está com os amigos, numa festa”, ele teria dito aos policiais. A cena que encontraram não precisa ser descrita.
Durante cerca de uma hora, o serviço médico tentou reanimar Vinícius. Ele explicou aos pais na carta: “O método que escolhi foi intoxicação por monóxido de carbono, é indolor e preserva o corpo intacto, mas demora, e se a pessoa é resgatada antes de morrer fica com graves lesões cerebrais e torna-se um vegetal”.
"Eu dizia que ele era um velho brincando de adolescente na rede. Dizia sai, deixa para os netos. Então ele me mandava a voz para provar que era jovem"
FELIPE DI MELO, de 19 anos, amigo virtual.
Quando o sargento constatou que estava tudo acabado, puxou o pai e a mãe do menino para que ficassem juntos – “porque agora só teriam um ao outro” – e foi embora. Os pais nem precisariam ter lido a carta para entender: “Não houve churrasco, não havia colegas nem guria que eu goste. Peço desculpas pela maneira trapaceira com que arranjei meu suicídio. Peço desculpas também pela maneira assustadora com que a notícia chegará a vocês. Foi a maneira que encontrei de garantir um dia inteiro sozinho a fim de conduzir o procedimento da maneira mais segura”.
Vinícius era um garoto de 1,83 metro de altura, magro e bonito. Mas não era essa a imagem que via. Em alguns momentos, segundo o inquérito, sentia que seu corpo se desintegrava, que seu rosto estava deformado. Procurava então um espelho para ter certeza de que estava ali. Na escola, quando tinha essa sensação, levava um CD para poder se olhar sem chamar a atenção.
http://subversivo.com.br/2010/03/nao-entre-concentracoes-letais-de-monoxido-de-carbono/
De todas as mortes por suícidio, ou todas as pessoas loucas desse mundo, essa é a morte que mais me chocou e a morte que com certeza deverá chocar mais pessoas do que apenas eu!
Vinícius era um cara super dotado e fico PUTA em saber que realmente alguém o apoiou a fazer isso.
Que tipo de bombeiro é esse que dá dicas de como ele poderia suportar o calor?
Porque ninguém ajudou ele? Porque não o impediram antes de tentar? 
E o que mais me choca: Simulou um futuro onde não pretendia estar.
Reflitam. =/
Tenha um bom dia, boa tarde ou boa noite.
Ou não... Não me importa!
Tchau!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Ponte dos cães suicidas

Caros amiguinhos nerd's e virgens,
Andei lendo esses dias sobre e essa matéria e eu acho que é muito interessante, muito legal, muito bizarra.. É estranha o bastante pra postar aqui no blog. =)
Se trata de uma ponte em uma pequena vila da Escócia que atraiu a atenção de cientistas e parapsicólogos por seduzir os cães a uma vontade suícida inexplicável.
Leiam.. =)

" Em 1859, um burguês chamado James White, comprou alguns terrenos na periferia da cidade para construir uma mansão de retiro espiritual. Rico e influente contratou um dos melhores arquitetos de seu tempo para conceber o que seria a melhor vila da cidade. Para acessar o local teria que cruzar um pequeno riacho local, portanto, o projeto da ponte foi feito de acordo com a mansão para antecipar a sua elegância vitoriana, assim nasceu a Overtoun Bridge.
A construção da ponte é muito sóbria, ladeado por três torres no estilo vitoriano clássico e com um largo parapeito de pedras importadas com mais de um metro de altura que impede os animais de ver o rio e também anulam a sua percepção da altura.
A origem do primeiro suicídio canino foi no início dos anos 60, quando várias testemunhas relataram sobre a súbita e misteriosa reação de alguns cães quando chegavam no centro da ponte. Sem qualquer provocação ou aparente motivo, os cães corriam e saltavam direto por cima do parapeito e se estatelavam nas pedras ao lado do pequeno riacho. Alguns sobreviviam gravemente feridos pelo amortecimento da água para logo retornar ao centro da ponte e incrivelmente pular de novo.
O número de caninos kamikazes -mortos- oscila entre 80 e 100 exemplares nos últimos 50 anos, com períodos críticos de mais de cinco cães por trimestre e centenas de saltos com um final feliz. Alguns dos cães subiam ao parapeito antes de saltar no vazio, embriagado com o mistério, e para espanto de seus proprietários. Mas por que pulavam?
Várias teorias alimentaram o mistério para engordar a lenda do suicídio. Forças sobrenaturais e estranho magnetismo ou campos de energia que emanavam das pedras importadas confundiam o mecanismo de hipersensibilidade e orientação dos cães, forçando-os a resolver o calvário extra sensorial.
Em 1994, Kevin Moy, um morador local perturbado, influenciado pelas histórias de encantamentos falsos, jogou seu bebê de cima da ponte para purgar sua suposta posse demoníaca. Incrível.
A mitologia Celta também resolveu o mistério, a seu modo, voltando-se para a etimologia do nome. Overtoun significa o lugar onde o céu e a terra estão muito perto. Supostamente isto deveria deixar as criançinhas apavoradas de medo, mas seria absurdo sequer pensar que um adulto acreditasse em tamanha baboseira.
Até que o empirismo científico e estatístico chegou ao local para desnudar os mistérios e construir uma teoria razoável e negada por aqueles que ainda queriam promover o turismo do encantamento e da fantasia. A sociedade Escocesa para prevenção da crueldade contra os animais, enviou veterinários e vários cientistas para investigar o caso. Eles concluíram que o isolamento visual produzido pelos altos muros de pedra da ponte deviam promover e colocar em alerta cães com sentidos -audição e olfato- mais desenvolvidos. Depois de analisar e descartar a origem dos sons de alta freqüência dos postes de luz nas proximidades, concentraram seus estudos sobre o cheiro dos animais.
Dr. Sands, gerente de pesquisa, descobriu que nem todas as raças de cães sofrem do chamado suicida. Somente os caçadores de grande focinho: Labrador, Collie, Golden Retriever saltavam para a morte. Seria a causa um cheiro desconcertante de uma planta? Água podre? Não. Tinha de ser um animal.
Depois de muita pesquisa descobriu que os alegados suicídios começaram durante os mesmos anos em que iniciou a invasão de visons americanos na região. O vison tem uma glândula anal que segrega uma substância extremamente odorosa, usada para marcar seu território, que deixa os cães loucos. A área da ponte é um habitat natural do animal e o pequeno riacho não é muito caudaloso tornando o conteúdo ainda mais concentrado a ponto de atrair de forma mais profunda e repentina os cães que cruzam a ponte. "
http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=9007

Tenha um bom dia, boa tarde ou boa noite.
Se você gosta de cães, não leve o seu para lá. =(
Beijos para os meus fãs. ;*

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Jack, o Estripador

Caros amiguinhos nerd's e virgens,
Eu já postei hoje, mas descobri que esse negócio de postar em blog é um tanto quanto viciante.
Resolvi postar alguma coisa mais polêmica no blog hoje... Vamos falar um pouco sobre assassinatos, começando por:

JACK, O ESTRIPADOR  (Jack the Ripper)
Embora não tenha sido capturado e seu nome verdadeiro nunca tenha sido conhecido, Jack, o estripador tornou-se um dos assassinos em série mais famosos da história. Ele cometeu seus crimes em Whitechapel, no subúrbio de Londres, na segunda metade de 1888. Suas vítimas eram prostitutas, que ele estrangulava. Em três casos, o assassino retirou órgãos internos das mulheres atacadas. 
 Terra 
http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/crimes-que-abalaram-o-mundo/crime01.htm

Jack, o Estripador (em inglês: Jack the Ripper) foi o pseudônimo dado a um assassino em série não-identificado que agiu no miserável distrito de Whitechapel em Londres na segunda metade de 1888. O nome foi tirado de uma carta, enviada à Agência Central de Notícias de Londres por alguém que se dizia o criminoso.
Suas vítimas eram mulheres que ganhavam a vida como prostitutas. Duas delas tiveram a garganta cortada e o corpo mutilado. Teorias sugerem que, para não provocar barulho, as vítimas eram primeiro estranguladas, o que talvez explique a falta de sangue nos locais dos crimes. A remoção de órgãos internos de três vítimas levou oficiais da época a acreditarem que o assassino possuía conhecimentos anatômicos ou cirúrgicos.
Os jornais, cuja circulação crescia consideravelmente durante aquela época, deram ampla cobertura ao caso, devido à natureza selvagem dos crimes e ao fracasso da polícia em efetuar a captura do criminoso — que tornou-se notório justamente por conseguir escapar impune.
Devido ao mistério em torno do assassino nunca ter sido desvendado, as lendas envolvendo seus crimes tornaram-se um emaranhado complexo de pesquisas históricas genuínas, teorias conspiratórias e folclores
duvidosos. Diversos autores, historiadores e detetives amadores apresentaram hipóteses acerca da identidade do assassino e de suas vítimas.

Vítimas conhecidas

Os arquivos da Polícia Metropolitana mostram que a investigação teve início em 1888, eventualmente abrangendo onze asassinatos ocorridos entre 3 de abril de 1888 e 13 de fevereiro de 1891. Além destes, escritores e historiadores conectaram pelo menos sete outros assassinatos e ataques violentos a Jack o Estripador. Entre as onze mortes investigadas ativamente pela polícia, chegou-se a um consenso de que cinco foram praticadas por um único criminoso, vítimas que são conjuntamente chamadas de "cinco canônicas":
  • Mary Ann Nichols (nome de solteira: Mary Ann Walker; apelido: Polly), nascida em 26 de agosto de 1845 e morta em 31 de agosto de 1888, uma sexta-feira. O corpo de Nichols foi descoberto aproximadamente às 3:40 da madrugada no terreno em frente à entrada de um estábulo em Buck's Row (hoje Durward Street). Sua garganta sofreu dois cortes profundos, e a parte posterior do abdômen foi parcialmente arrancada por um golpe intenso e irregular. Haviam também diversas incisões pelo abdômen, e três ou quatro cortes similares no lado direito causadas pela mesma faca. Nichols foi descrita como tendo uma aparência bem mais jovem do que seus 43 anos sugeriam. 
  • Annie Chapman (nome de solteira: Eliza Ann Smith; apelido: Dark Annie), nascida em setembro de 1841 e morta em 8 de setembro de 1888, um sábado. O corpo de Chapman foi descoberto aproximadamente às 6:00 da manhã no quintal de uma casa em Hanbury Street, Spitafields. Assim como Mary Ann, sua garganta foi aberta por dois cortes, um mais profundo que o outro. O abdômen foi completamente aberto, e o útero, removido.
  • Elizabeth Stride (nome de solteira: Elisabeth Gustafsdotter; apelido: Long Liz), nascida na Suécia em 27 de novembro de 1843 e morta em 30 de setembro de 1888, um domingo. O corpo de Stride foi descoberto próximo à 1:00 da madrugada, no chão da Dutfield's Yard, na Berner Street (hoje Henriques Street), em Whitechapel. Havia uma incisão direta no pescoço; a causa da morte foi perda excessiva de sangue, a partir da artéria principal no lado esquerdo. O corte nos tecidos do lado direito foi mais superficial, estreitando-se próximo à mandíbula direita. A ausência de mutilações no abdômen lançaram incerteza sobre a identidade do assassino, além de sugerir que ele pudesse ter sido interrompido durante o ataque.
  • Catherine Eddowes (usava os nomes “Kate Conway” e “Mary Ann Kelly”, com os sobrenomes tirados de seus dois ex-maridos, Thomas Conway e John Kelly), nascida em 14 de abril de 1842 e morta em 30 de setembro de 1888, no mesmo dia da vítima anterior, Elizabeth Stride. Seu corpo foi encontrado na Mitre Square, na Cidade de Londres. A garganta, assim como nos dois primeiros casos, foi aberta por dois cortes, e o abdômen aberto por um corte longo, profundo e irregular. O rim esquerdo e grande parte do útero foram removidos. A mídia e moradores de Londres se referiram ao episódio como "evento duplo" (The Double Event). 
  • Mary Jane Kelly (passou a usar o nome “Marie Jeanette Kelly” depois de uma viagem a Paris; apelido: Ginger), supostamente nascida na Irlanda em 1863 e morta em 9 de novembro de 1888, uma sexta-feira. O corpo terrivelmente mutilado de Kelly foi descoberto pouco depois das 10:45 da manhã, deitado na cama do quarto onde ela vivia na Dorset Street, em Spitalfields. A garganta foi cortada até a coluna vertebral, e o abdômen quase esvaziado de seus órgãos. O coração também foi retirado.
Com exceção de Stride, cujo ataque pode ter sido interrompido, as mutilações nas cinco vítimas foram tornando-se cada vez mais sérias a medida que os crimes progrediam. Nichols e Stride não tiveram nenhum órgão removido, mas o útero de Chapman foi retirado, e Eddowes teve seu útero e rim levados, além de ser deixada com mutilações faciais. Apesar de somente o coração de Kelly ter sido removido da cena do crime, o restante de seus órgãos internos foram retirados e deixados em seu quarto.

Os cinco assassinatos citados foram geralmente cometidos na escuridão, nas últimas horas da madrugada e sempre perto ou do final do mês ou de uma semana. Ainda assim cada caso diferia deste padrão de alguma maneira. Além das diferenças já citadas, Eddowes foi a única a ser assassinada na cidade de Londres, embora próxima dos limites de Whitechapel. Nichols foi a única vítima encontrada em rua aberta, apesar de ser uma via escura e deserta. Muitas fontes indicam que Chapman foi morta depois do nascer do sol, embora esta não tenha sido a opinião da polícia e dos legistas que examinaram o corpo.[9] A morte de Kelly pôs fim a seis semanas de inatividade do assassino (uma semana havia se passado entre as mortes de Nichols e Chapman, e três entre Chapman e o "evento duplo").

A principal dificuldade em definir quem foi ou não uma vítima do Estripador foi o fato de ocorrer um número espantoso de ataques contra mulheres naquela mesma época. A maioria dos especialistas apontam o corte profundo na garganta, a mutilação do abdômen e dos genitais, a remoção de órgãos internos e a gradual intensidade das mutilações faciais sofridas pelas vítimas como o modus operandi do assassino.

Wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Jack,_o_Estripador

Pois é amiguinhos... 
Jack, o Estripador, é hoje um personagem tão famoso quanto Drácula ou outros personagens da nossa história. Jack apresentou uma forma teatral no ato desses assassinatos e o que mais intriga a todos nesse caso é o fato do mesmo não deixar quase pista alguma nas cenas dos crimes. 
Hoje a ciência já possíbilita saber quais são os suspeitos prováveis, mas naquela época, saber quem era Jack, era impossível.
Se bem que se pararmos para pensar, a ciência hoje não nos permite saber a verdadeira identidade de Jack pelo simples fato de já ter se passado muito tempo desde que aconteceram os assassinatos e muitas das evidências não podem ser utilizadas, por não existirem mais.

Como ainda não entendo a mente de um assassino, deixo para vocês essa análise. 

Tenha um bom dia, boa tarde ou boa noite.
(E boa madrugada para você, meu caro amigo nerd viciado. o/)
Beijos para os meus fãs. ;*
Deixe um comentário e faça uma blogueira feliz. :)