Hoje em dia nem a porra da segurança é segura. Não confie em qualquer um. É a triste realidade, mas as pessoas mudam, a vida muda, tudo muda... Hoje em dia você cumprimenta alguém e conta os dedos para ver se todos estão de volta. =/
Bombeiro: Carlos Rodrigues foi acusado de três crimes, homicídio qualificado, ocultação de cadáver e aborto provocado
O sargento-bombeiro Carlos Rodrigues dos Santos, de 47 anos, foi condenado no início da madrugada de hoje, por cinco votos a dois, a 18 anos e seis meses de prisão, pelo assassinato da ex-companheira, Maria de Fátima Dias Marques, 45.
O corpo da vítima foi encontrado em 1º de junho de 2004, boiando no Rio Paraíba do Sul. O julgamento, que durou 13 horas, foi presidido pelo juiz da 1ª Vara Criminal de Volta Redonda, Ludovico Couto Colacino. O réu participou de todos os trâmites do processo em liberdade. O militar negou as acusações feitas contra ele, mas, ao ser interrogado, confirmou que em 28 de maio de 2004, telefonou para Maria de Fátima e marcou um encontro entre eles, próximo ao antigo Fórum do bairro Voldac.
Segundo ele, estava separado há dois anos da vítima e morando com uma outra companheira. - Porém, nesse período, mantinha um relacionamento extraconjugal com Maria de Fátima. Marquei o encontro para falar sobre a gravidez dela e não outro tipo de relação - disse o réu. - Acontece que esperei por ela próximo a um restaurante na Voldac, e Maria de Fátima deve ter passado por outro caminho. Por isso, acabamos nos desencontrando. Sabia que o filho que ela estava esperando era meu - respondeu, quando foi indagado pelo juiz.
O crime teve comoção social à época, fazendo com que o Tribunal do Júri de Volta Redonda recebesse um grande público. Muitos eram parentes e amigos da vítima, ou do réu, e estagiários de direito. Fátima era secretária do juiz da 2ª Vara Criminal, Antônio Carlos Bittencourt. Uma das testemunhas foi Juliana Marques, de 30 anos, que confirmou que em 28 de maio de 2004 a mãe saiu de casa no bairro Jardim Paraíba, dizendo que ia se encontrar com Carlos Rodrigues.
Ela contou que ficou aliviada com a condenação do bombeiro. Para ela, a justiça foi feita. - Nesse dia, minha mãe saiu de casa e nunca mais voltou - desabafou Juliana. Os jurados foram informados que o laudo de necropsia feito na ocasião atestou que Maria de Fátima foi asfixiada antes de ser jogada no rio. O bombeiro foi acusado de homicídio culposo, ocultação de cadáver e aborto provocado.
O Ministério Público foi representado pela promotora Flávia Meschick de Carvalho, que teve como assistente de acusação o defensor público Adilson Kloh Júnior. O advogado do réu, Robson Gomes Carrilho, disse que vai recorrer da sentença. O advogado Silvio Luiz Cunha, amigo da vítima, disse que não tinha dúvidas da condenação do réu. Segundo ele, o depoimento do bombeiro foi baseado em mentiras e contradições
Fonte: X
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